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sexta-feira, dezembro 05, 2003

NOITE BRANCA DE NEVE

De manhã o céu é aquele amontoado de nuvens, um amontoado cinzento. A chuva está suspensa pelo sopro do ar frio. Enquanto não se transforma e cai branca nesta terra macerada, sigo as instruções.

"A tempestade tolda os ares,
A neve gira em torvelinho,
Ora como besta a uivar,
Ora num choro de menino.
Por desespero, ó mais dilecta
Da minha jovem condição,
Bebamos, que é da caneca?
Seja alegre o coração."


Aleksandr Púchkin, extracto do poema "Noite de Inverno", O Cavaleiro de Bronze e Outros Poemas
Tradução de Nina Guerra e Filipe Guerra

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Farewell, goodbye

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