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quinta-feira, abril 01, 2004

DIAMONDS ARE FOREVER



Uns são mais polidos do que outros, mas encandeiam todos. Compilados com extrema criatividade e bom gosto, os temas até se sucedem na linearidade possível.
A abrir, aparece-nos LB, mais uma das misteriosas designações de Señor Coconut, a mandar "Angie", dos Rolling Stones, para os confins do espaço sideral. Tadd Mullinix também se esconde e, como Dabrye, enreda-nos num solo de saxofone que nos remete para um fumarento film noir, densamente fascinante. Ainda no mesmo filme, John Carpenter musica "The Bank Robbery". Aqui, o realizador/compositor serve de inspiração aos, por ex., Metro Area. Um visionário.
Depois, ao ouvir Suicide com a lenga-lenga techno-pop "Dream baby dream", só nos apetece fugir da zona do crime ao volante de um cadillac descapotável, rumando a toda a velocidade até onde onde o mar começa e acaba. Aí chegados, Claudine Longet, popular cançonetista francesa de outros tempos, embala-nos no romance com "Love is blue". Pois é.
Até ao final há ainda disco-sound do melhor, com a viciante Grace Jones remisturada por Larry Levan; aventuras electro com os Human League e uma rara versão instrumental de "Things that dreams are made of", e uma furiosa versão do tema do filme Blade Runner, composto por Vangelis, totalmente electrizante e com o magnífico título "Rutgerhauer song". Merecido.
A fechar, Michel Polnareff, uma espécie de Peter Thomas um nadinha menos alucinado, desbunda "Voyages" em pouco mais de três minutos. Mas chega.

Comprovem.

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M83
Farewell, goodbye

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